segunda-feira, 13 de abril de 2015

DOCE ILUSÃO

Não tens nome.
És apenas o homem,
Que me recebe em teu regaço.

Para todos deixo apenas rastros...
Pois, quem deve entender-me
Já me vê em leves passos,
do espaço chegando em nuvens,
Para encontrar-me na aura da lua.

Abra tua janela,
pisque a vela,
e jogarei para ti
as estrelas que colhi