Não tens nome.
És apenas o homem,
Que me recebe em teu regaço.
Para todos deixo apenas rastros...
Pois, quem deve entender-me
Já me vê em leves passos,
do espaço chegando em nuvens,
Para encontrar-me na aura da lua.
Abra tua janela,
pisque a vela,
e jogarei para ti
as estrelas que colhi